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Home Variedades

The Velvet Sundown: a banda que pode não existir, mas já tem três discos e meio milhão de ouvintes

Com músicas psicodélicas, imagens geradas por IA e nenhuma prova de que sejam humanos, grupo misterioso levanta a pergunta que ninguém ousava fazer: e se o rock não precisar mais de guitarristas de verdade?

por Hermano Araruna
3 de julho de 2025
em Variedades
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The Velvet Sundown: a banda que pode não existir, mas já tem três discos e meio milhão de ouvintes
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Eles chegaram sem aviso, lançaram dois álbuns em menos de um mês, anunciaram um terceiro para julho e já somam mais de 500 mil ouvintes no Spotify. Mas a pergunta que paira no ar — e nos fóruns de Reddit — é mais profunda do que qualquer solo de guitarra: a banda The Velvet Sundown realmente existe?

Até agora, ninguém viu um show, uma entrevista, um story, um errinho de afinação ao vivo. As únicas imagens divulgadas dos membros são obras geradas por inteligência artificial, e têm aquele leve charme de quem nunca suou numa garagem de verdade. Nenhum nome real foi confirmado. Nenhuma biografia, nenhuma treta pública, nem mesmo um vídeo deles dizendo “oi”. Ou seja: tudo que uma banda de rock psicodélico não faria nos anos 70, mas que, em 2025, parece ser a fórmula do hype.

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O som é bom? Depende da sua tolerância a delays cósmicos e riffs que parecem ter sido compostos num sonho lúcido alimentado por algoritmos. A crítica especializada ainda está decidindo se trata-se de um projeto artístico genial ou apenas mais um produto bem embalado para playlists de concentração criativa. O fato é que tem gente ouvindo. Muita gente. O suficiente para entrar em charts alternativos e fazer barulho — mesmo que esse barulho venha, talvez, de placas de vídeo e não de amplificadores valvulados.

Em um mercado em que bandas reais demoram três anos para lançar um EP e ainda culpam a gravadora, The Velvet Sundown já entregou dois álbuns completos em semanas. Os títulos são etéreos, as letras flertam com o absurdo — e a fluidez entre estilos deixa a impressão de que o disco foi produzido por alguém (ou algo) que escutou Pink Floyd, Tame Impala e a discografia inteira do Radiohead ao mesmo tempo e decidiu remixar no modo aleatório.

O terceiro álbum, previsto ainda para julho, atiça mais do que a curiosidade. Ele pressiona uma pergunta incômoda: será que a música, como produto, precisa mesmo de pessoas? Ou pior: será que precisamos continuar fingindo que o palco importa?

Enquanto isso, os fãs seguem divididos. Uns juram que há sim uma mente criativa por trás, outros apostam que tudo não passa de um experimento de marketing com IA. No meio disso, o Spotify segue contando os plays — e The Velvet Sundown, real ou não, toca como se sempre tivesse existido.

Se um dia descobrirmos que foi tudo feito por um computador numa noite de tédio… bem, talvez ainda valha o play. Afinal, nem todo mito precisa sair em turnê.

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